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03/01/2011

O fantasma da foto

O FANTASMA DA FOTO

Nunca pensei em minha vida, tal coisa suceder...
Quem leu os meus contos; (  O quadro, Quem colocou o ursinho...? A mordida invisível, O mistério da pedra de dominó , Quem mexeu no Jokebox?”  Maria Florzinha...) Todos de mistério ou terror. Hão de pensar que sou espírita , (apesar de respeitar), ou tenho tendência a crer. Ou mesmo  adorar terror,. Nada disso, São histórias extraídas da vida real, nada imaginário e o interessante, marcou uma vida  de lembranças vivas,somente um incógnita, mas nada que afetasse a mente ou a  vida pessoal.

                                       Esta é mais uma ...

Sempre gostei de coisas antigas, não de móveis, são estranhos, cheira a museu., parecem fúnebres. Quando digo coisas antigas; são discos, eletrônicos, músicas, caixinhas de músicas, brinquedos em especial bonecas. Porém o que mais me fascina, são fotos, de infância principalmente, como também de antepassados de amigos e de família.

Quando lancei o meu primeiro livro( A menina que não sabia que podia sonhar) há alguns meses, como se tratava de uma obra falando da minha infância, queria recheá-lo de fotos  minhas de criança, mas como? Quase nada eu tinha. As que eu tinha, eram duas, uma da 1ª comunhão aos 10 anos, a outra  aos 3 anos, junto com o meu irmão, montados numa vaca, um outro irmão segurando a corda do pescoço dela

 Inventei de levar para ampliar num fotoshop de supermercado, eu estava  com elas no bolso da  bermuda, acabei perdendo no trajeto entre a loja e o estacionamento. Chorei tanto, quase morri de chorar, demorou á me consolar, pois eram muito importantes, nem os negativos eu tinha, se tivessem, nem levaria as fotos. Foram procuradas, como se procura um alfinete, nem sinal delas.

Bom, voltando o assunto do livro: Passou-se alguns anos, agora com  o computador, impressora, podemos fazer muitas coisas com fotos . Pensei:só uma solução para colocar uma foto de infância no livro, seria pegar uma mesmo cheio de gente, o que se tornava  um pouco difícil de ampliar e recortar a minha, como eu estava na ponta, topei a proeza de fazer. Aprendi a lidar com programas específicos para isto, assim o fiz.
Estiquei daqui, dali a foto, enfim consegui.

Ampliei na metade do tamanho de  um cartão postal. Fiquei tão empolgada com o meu trabalho, que não parava de olhar a foto, fiz mais cópias  por garantia, mas uma coisa foi enchendo os meus olhos, não acreditava no que estava vendo, achei ser imaginação minha. Mostrei sem contar  o por quê á uma amiga que estava on-line, ela confirmou.
Sim uma sombra bem nítida de uma mulher vestida de maiô dos anos 50 ao meu lado. Na verdade no tamanho original, era um pequenino espaço entre o muro e meu primo, portanto, não aparecia ela.

Indaguei: Quem é esta mulher?
Detalhe, o meu editor confirmou a imagem também.

4 COMENTÁRIOS:

Poesia do Bem

mistériosssssssssssssssssss..afiaiiia morro de medo rssrrsrsrrs, bjsssssssssss ótimo conto

RECANTO DOS AUTORES

Dora,essa é de arrepiar!Dá pra ver direitinho!...Obrigada por sua postagem!Venha sempre!Bjs,

RECANTO DOS AUTORES

É de arrepiar!

Abraços!

Mel Braga

Dorinha,

Vc desprtou minha curiosidade em ler seus escritos...
Quanto a foto... bem, é inegavel a imagem que se apresenta... mas, confesso que não me arrepio não... pois, as distorções de imagem criam novos cenários e nossos olhos captam cenas de forma incrivel...

Assim como essa imagem criada em sua fotografia, tbm podemos pensar nas muitas impressões que temos ao olhar as nuvens no céu... ao ver as formações rochosas que criam desenhos incriveis apenas com os efeitos da natureza...

Por que isso não aconteceria quando fazemos uma foto??? ou quando alteramos sua propriedade???

Com respeito à crença dos colegas, meu comentário é só uma outra forma de olhar o fato...
Mas, uma coisa é certa e inegavel... É muito bom ler vc...

beijo grande

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