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  • Nato Matos

14/08/2012

Marcas da solidão





( Celia Gil)



A noite cai sobre nós de mansinho.
No seu alforge traz a solidão
e quando o abre, assim, devagarinho,
espalha o seu breu em qualquer coração.

Os lábios fecham sorrisos diurnos,
os fantasmas do passado regressam
e dormem nos nossos sonhos noturnos
sem que a fé e a realidade os impeçam.

É aí que a solidão nos abraça
e se espalha nas paredes do lar.
O medo cresce, a coragem esvoaça,

as certezas dissolvem no ar.
A vontade, a solidão a enlaça
e só volta quando o dia raiar.


Visite a autora: Célia Gil




8 COMENTÁRIOS:

✿ chica

Céli escreve com o coração, intensa e lindamente!!beijos às duas,chica

ValériaC

Lindo e intenso o poema da Célia...como a solidão realmente nos afeta, nos deixa tantas marcas...
Beijinhos às duas,
Valéria

Ana Bailune

Ah, a solidão, essa amiga imprevisível que jamais nos esquece...

She

Ah que lindo, adorei!
Beijo, beijo!
She

Daniel Costa

Anne Lieri

O poema de Célia, sua leitura, é mesmo como a ave esvoaça, Os meus parabéns à autora e a ti também pela opção.
Beijos

LUCONI

Escrito com a alma, lindo parabéns, beijos Luconi

Célia Gil, narciso silvestre

Obrigada Anne pela divulgação do meu poema! Adorei!Bjs

Sônia Silvino (Crazy about Blogs)

Intenso e lindo!
Beijocas!

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