• Anne Lieri

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  • Nato Matos

14/12/2016

Recanto entrevista Anderson Fabiano, autor de " O amor vem das estrelas".


Foi difícil elaborar essas perguntas, sem que ficasse parecido com uma prova escolar (risos), mas não foi a intenção. Eu adorei esse livro, mas fiquei com diversas dúvidas e procurei esclarece-las com o autor Anderson Fabiano, a quem agradeço pela paciência em responder. Espero que gostem e leiam o livro que é sensacional!





              1-“O amor vem das estrelas”?

R – Sim! Os registros científicos dão conta que o homem existe há 200.000 anos e foi apenas instintivo durante todos os primeiros 150.000 anos de existência, só passando a ter sentimentos com a evolução para o homo sapiens sapiens, que somos nós, nos últimos 50.000 anos.
Assim, se somos feitos dos mesmos elementos químicos que deram origem ao planeta: oxigênio, hidrogênio, carbono, etc., que são originários da explosão de uma estrela, somos também poeira de estrelas.
A evolução humana se deu por tentativas e erros e, por incrível que possa parecer, também pela manipulação dos chamados Deuses Criadores. Seres benevolentes que nos transmitiram ensinamentos buscando nos aperfeiçoar como seres inteligentes. E esses ensinamentos fazem referência constante a importância do Amor como instrumento fundamental para a evolução espiritual da raça humana.

              2-Acha possível aprender a amar num mundo como o de hoje, onde o desamor é característica natural do homem? Ou melhor, o homem ainda tem jeito?

R - Sim! Esta resposta poderia gerar um tratado, mas vou tentar resumir. Por mais absurdo que pareça, somos hoje bem melhores do que já fomos e um simples olhar lançado sobre a história da humanidade ratifica o que estou dizendo.
Houve um período na História em que precisamos ser mais “selvagens”, mais “guerreiros”, mais “beligerantes” para nos defender das agressões externas. Infelizmente, acabamos “aprendendo” com o gostinho do poder, das conquistas, da dominação, no que fomos estimulados por seres mal-intencionados que apostaram suas fichas na autodestruição da raça humana, o que lhes facilitaria a conquista de nosso planeta.
Há uma guerra lá em cima! De um lado, os seres benevolentes nos ensinando a amar a nós mesmos, ao planeta e ao Cosmos e do outro, seres fugidos de seus planetas de origem, precisando de um “novo lugar” para viver. E nós estamos exatamente no meio desse fogo cruzado.
Acontece, que tudo na vida é energia! Inclusive o pensamento. É através dele que nos comunicamos com as outras dimensões, como numa prece, por exemplo.
Por isso, o mundo hoje está dividido entre os que se comunicam com o Bem e outros que se comunicam com o Mal. E, por tudo que sabemos, os humanos do primeiro grupo estão aumentando e deixando sem espaço os “amiguinhos” das cabalas escuras.
O homem tem jeito sim, mas precisa, urgentemente, redescobrir o Amor que trancou dentro de si.

              3-Em seu livro você relata a respeito do domínio secreto que as grandes potências têm com a humanidade, e o que me impressionou foi a questão da fome e da interferência humana na produção de doenças. Existe uma tentativa de controlar as mentes das pessoas? Fale um pouco sobre isso.

R – Me permita uma correção: não são as grandes potências que estão controlando a humanidade, mas um pequeno grupo de oito famílias e seus aliados, que controlam a tudo e todos, inclusive as grandes potências.
Através dos mais sórdidos meios, controlam tudo que é tido como necessário para a existência humana: dinheiro, energia, transportes, mídia, saúde, meio ambiente, segurança, guerras, governos, etc.
Como descrito no livro, todos esses instrumentos de controle são administrados pelas mesmas famílias que, reunidas em sociedades secretas, praticam toda sorte de maldades, amparadas no esoterismo criminoso e na associação com seres beligerantes do espaço. E a isso, se convencionou chamar cabalas escuras.

              4-Vivemos uma guerra espiritual entre o bem e o mal em nosso planeta? Vibrar pelo bem ajuda?

R – Infelizmente sim. Como já dito acima, há uma guerra no Cosmos entre o Bem e o Mal e nossa participação (vibração) é fundamental para definir quem sairá ganhando.
Tentando explicar melhor: somos filhos das estrelas. Somos seres de luz. Carregamos uma enorme energia positiva dentro de nós e devemos usa-la.
Você já reparou como as crianças são mais positivas, benevolentes, amorosas e destemidas que os adultos? Entendo que isso se dá por estarem mais próximas de suas origens cósmicas, por estarem melhor conectadas com seus parceiros celestiais.
Jesus, um dos mais brilhantes extraterrestres encarnados nesse planeta, já dizia que não havia milagres, mas apenas a crença que poderíamos fazer as coisas. E é exatamente aí que entra a importância de expandirmos nossas consciências para entender que somos tão sagrados quanto os seres aos quais enviamos nossas preces, pedidos e a força para seguirmos em frente nesse planeta de provas e expiações.
Quando uma pessoa ora, um canal de luz se forma conectando-nos com os amigos espirituais que nos orientam, guiam, intuem e protegem. Se todos, ou pelo menos muitos, fizerem a mesma coisa, a vibração resultante rompe com a densidade negativa que envolve o planeta e o Bem triunfa. Simples assim. Mas, precisamos aprender a amar, nos perdoar e perdoar aos nossos semelhantes.
 
              5-A questão dos extraterrestres é bem chocante e não entendi uma coisa. Você disse que o governo americano tem um acordo com os Ets: em troca de tecnologia eles têm autorização para pesquisar nosso planeta, inclusive com seres humanos. Para que os Ets fariam um acordo assim se podem a qualquer momento nos abduzir e fazer as experiências que quiserem? Afinal, eles são muito mais poderosos!

R – Os norte-americanos não foram os primeiros. Há registros confiáveis de que essas interações acontecem há milhares de anos e o que chamamos no passado de deuses foram, na verdade, seres extraterrestres que nos impressionaram utilizando-se de tecnologias até então, desconhecidas para a raça humana.
Na história contemporânea, os primeiros contatos com alienígenas se deram com os alemães, nas décadas 20 e 30. Foram eles que através de práticas esotéricas de sociedades secretas como a Vril, Sol Negro, Illuminati e outras, facilitaram o acesso dos greys, que fugiam dos atlanteanos, ao nosso planeta.
Com o final da 2ª Guerra Mundial, os EUA levaram para a América, através do Projeto Paperclip, 104 cientistas alemães, muitos dos quais envolvidos com as tais seitas.
Logo em seguida, ocorre o incidente de Roswell, em 1947 e, a partir daí, começam as interações com os governos norte-americanos que viram nesse evento a oportunidade de ascenderem a um controle do planeta. 

              6-Fico assustada com a questão da manipulação de DNA. Pelo que entendi isso é feito por extraterrestres, com a finalidade de aumentar a violência entre nós e ocorrer uma autodestruição? A maioria dos ETs são maus ou os maus somos nós? É verdade que existem Ets que tem medo de nós porque somos muito violentos?

R – O homem vem sendo moldado através dos tempos. O Criador nos destinou o planeta Terra como morada e nos colocou aqui simples e ignorantes. E, aos poucos, fomos aprendendo tudo que sabemos hoje. Mas, nossa conexão com o Cosmos é permanente, energética e perene e é a nossa vibração que estabelece quem “ouvimos” ou não.
Houve um tempo que precisamos ser mais violentos. E aos poucos isso foi mudando. Entretanto, para os seres benevolentes, nossa obsessão por poder nos fez “perigosos” e para a turma do lado negro da força, aliados para uma autodestruição.
A Terra, como planeta, está evoluindo para o que os extraterrestres chamam de 4ª e 5ª dimensões, quando seremos mais telepáticos, amorosos e aprenderemos que o verdadeiro sentido da vida não inclui carros potentes ou roupas de grife, mas o Amor praticado da forma mais intensa possível.
O grande medo manifestado pelos nossos amigos de todo o espaço é que não saibamos usar o conhecimento tecnológico que nos foi ensinado, por exemplo, sobre os recursos da energia nuclear e destruamos o nosso planeta, o que geraria consequências catastróficas em todo o Universo, já que tudo a nossa volta é energia no seu estado mais puro. Ou seja, nuclear.

              7-O que é expansão da consciência? O planeta Terra passa por essa mudança planetária. Fale um pouco para as pessoas entenderem.

R – Essa mudança é fundamental para nossa sobrevivência como raça.
Resumidamente, diria que as pessoas precisam, urgentemente, abandonar seus sistemas de crenças. Mergulhar em seus porões e enfrentar seus fantasmas. Não se permitirem mais, ser reféns dos interesses que ditam o que devemos fazer, repetir, acreditar. Precisamos aprender a questionar coisas que fazem parte da nossa história e que estamos repetindo sem nunca haver investigado se foi dessa ou daquela forma que as coisas aconteceram. É nossa história. Temos o direito de saber a verdade.
Expandir a consciência é lançar um olhar investigativo sobre outras possibilidades para os eventos que acreditamos conhecer. É perder o medo de descobrir “outras” verdades. Pois, onde começa o medo, termina o amor.
Alguns dos muitos exemplos de questionamento inteligente: Por que o Éden, que ninguém sabe onde fica, é verdade e Shangrilá, que fica no Himalaia é mitologia? Por que Caim, após ser expulso por seus pais do Paraíso, encontrou outros habitantes, numa cidade distante, onde constitui família, se ele o irmão e seus pais foram “os primeiros habitantes da Terra”?
Esses são apenas alguns dos milhares de exemplos que constituem o sistema de crenças da humanidade.  Quando falamos crença, não estamos falando de religiões, mas de todas as coisas que acreditamos.
Você tem certeza que Kennedy foi assassinado por Lee Oswald, sem nenhum motivo aparente para tal feito?
Por que repetimos que o Brasil foi descoberto por Pedro Álvares Cabral, se foram os fenícios que primeiro estiveram em nosso país?
E por aí vai...

              8-Agora a pergunta que não quer calar: Você teve alguma ajuda de extraterrestres para escrever esse livro? Pelo menos foi inspirado pela espiritualidade?

R – Mas, é claro que sim! Todos nós estamos permanentemente conectados com nossos protetores e o nome que damos a eles é o que menos importa: anjos da guarda, mentores espirituais, guardiões, etc. Somos todos extraterrestres, inclusive nós, uma vez que só nossos corpos são terráqueos. O nosso espírito é universal, perene, pertence ao plano cósmico. Viemos das estrelas e estamos aqui apenas para evoluir espiritualmente e depois voltar pra casa.
Afinal, quando temos o que chamamos de intuição, de onde partem as vozes que ouvimos?

              9-No final do seu livro você cita George Orwell: “Em tempos de mentiras universais dizer a verdade se torna um ato revolucionário”.
Você se considera um revolucionário? O que exigiu de você escrever um livro sobre o amor?

R – Confesso não acreditar que seja um revolucionário. Mas, admito que escrever O Amor vem das Estrelas me exigiu uma postura revolucionária.
Alguma coisa dentro de mim me dizia, repetidamente, que precisava propor essas reflexões e abordar as revelações contidas no livro.
Pela primeira vez, nos meus quase 70 anos de existência nesse plano, não me senti um escritor, mas alguém a quem foi confiada uma missão.
Estou muito feliz por isso. Meu sentimento maior é o de gratidão.

10-Deixe um recado aos nossos leitores.

R – Convido a todos para arriscarem-se na leitura de O Amor vem das Estrelas. Depois, concordem, discordem, critiquem, aplaudam ou vaiem, mas se deem essa chance.
Descubram o incrível poder cósmico dessa psicoenergia que nos foi confiada. E creiam: a sobrevivência da raça humana e do planeta está em nossas mãos.
Namastê. 

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3 COMENTÁRIOS:

Helena Chiarello

Cada vez que entro em contato com essas informações, me sinto "um pouco mais em casa"... rs...
Pode parecer difícil aceitar alguns conceitos e afirmações, por isso é tão importante expandirmos nossa consciência e começarmos a observar que há muito mais no ar do que "aviões de carreira".
Muito boas suas perguntas, Anne! E sou suspeita para dizer que adorei as respostas, mas é exatamente no que acredito! E se todos tirássemos um tempinho pra deixar de lado nossas acomodações, ceticismos e convenções, passaríamos a ver o mundo de forma totalmente diferente, e começaríamos, imediatamente, a fazer com que nossos pensamentos e atitudes contribuam positivamente para o bem desse nosso planetinha e de todos que moram nele!
Meu imenso carinho e gratidão a você, querida Menina Voadora!
Muita Luz pra você, sempre!

Maria Malu Reis

Que beleza de entrevista! Muito bom poder ler, refletir, olhar em volta, aprender! Obrigada pela oportunidade e parabéns!

Poesia do Bem

Muito bom conhecer um pouco mais do autor e suas ideias e inspirações

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