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09/09/2014

Os sapos indecisos

Os Sapos indecisos

(Celia Rangel)






Se existem três sapos numa folha e um deles decide pular para a água, quantos sapos restarão na folha?


A resposta certa é: três sapos, porque um sapo tão somente decidiu pular. Ele não pulou de fato.


Não somos muitas vezes como o sapo? Decidimos fazer isso, e aquilo, mas no final acabamos não fazendo nada.


Na vida é preciso tomar muitas decisões. Algumas fáceis, outras difíceis. Os erros que cometemos, no entanto, não são fruto de decisões erradas, mas sim das nossas indecisões. Temos de conviver com a consequência das nossas decisões. Isso é arriscar... Tudo é arriscar!


Rir é correr o risco de parecer um tolo. Chorar é correr o risco de parecer sentimental. Abrir-se para alguém é arriscar em envolvimento.
Expor sentimentos é correr o risco de revelar a si mesmo. Expor ideias e sonhos é arriscar-se a perde-los. Amar é correr o risco de não ser amado.


Viver é correr o risco de morrer. Ter esperanças é correr o risco de se decepcionar. Tentar é correr o risco de falhar.


Os riscos precisam 
ser enfrentados, pois na vida o maior fracasso é nada arriscar.

A pessoa que não arrisca nada, que não faz nada, não tem nada, ela não é nada. Pode evitar o sofrimento e a dor, mas não aprende, não sente, não muda, não cresce.


Não vive. Presa à sua servidão, ela é uma escrava que teme a liberdade. Apenas quem arrisca é livre.



* O pessimista queixa-se dos ventos...
O otimista espera que os ventos mudem...
O realista ajusta as velas...




Fonte: "Nunca deixe de sonhar: você é do tamanho do seu sonho"
Vários autores


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20/06/2014

Afinados

Afinados

( Celia Rangel)




Sempre que nos predispomos a aprender, significa que transformações virão. Aprendizagem não só de diversos conhecimentos, mas também e principalmente ‘aprender e apreender’ a rica experiência com o outro.

Aprender a aceitar. Aceitar para gostar. Gostar para amar. Reconhecer que o amor que cresce em mim e contagia o outro é fonte essencial para uma convivência feliz, em total sintonia de afeto, respeito e benquerer. É sustentar o olhar que dignifica!



Ele é o meu próximo!
Eu sou o próximo dele!
Assim e, só assim, nos completamos.



Conhecer a realidade interior de ambos, pluralizar as relações: imenso desafio.



Ser digna dessa fidelidade, dessa abertura, expressar emoções e acolhê-las torna-se imensa a perspectiva de expansão de vidas. Atinge-se um alto grau de maturidade!



Estar afinados numa relação, numa comunicação é entoarmos o mesmo som, o mesmo ritmo, a mesma música sem titubear. Sem privilégios. Autênticos. Sabemos o que queremos. Atingimos o ideal de felicidade e cumplicidade com o outro.



Como diz John Powell... “o verdadeiro encontro pessoal, deve basear-se na comunicação honesta, aberta, visceral”.




Em suma, é o respeito a si próprio e ao outro. Isso é possível  e, muito tranquilo, quando vejo no outro e sou para ele... uma segunda pele.




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23/05/2014

Feminina




FEMININA

(Celia Rangel)








Meigamente derrama sobre mim o amor divino,
Em enorme profusão como se ainda fosse possível,
Amar sem medidas humanas.

Amando você, você e você.

Sob várias formas, sentidos e sentimentos,
Sensações exuberantes do físico para a alma...

Uma paz, um enlevo, uma nostalgia,
Que, se delega de um a outro, sem resistência alguma.

Amar o ausente, o presente, o feliz, o infeliz, o carente...

Na magia do existir, saber partilhar a maior doação de todas,
O amor puro, envolvente, ternurizante,
Que se acopla em nosso ser,
Sem pressa, sem tempo, sem cobranças...

Apenas na espera de ser em si mesmo,
A herança amorosa que transcende ao infinito,
Em extensão de almas que se aconchegam...

Sublimando a serenidade de amar.





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04/04/2014

Face nas entrelinhas

Face nas entrelinhas...

( Celia Rangel)





Imagem daqui



Face

Dupla face

Que de qualquer lado

É face amiga

Face que roço

Que amo

E que me atrai

Face possuidora

De olhos

Que me possuem

Que me atraem

Face que imprimo

No deserto do meu ser

Sua face.




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18/08/2013

Do escritor...

DO ESCRITOR...

(Celia Rangel)






Vivendo-se a terceira década dos “entas”... Trágico é o momento... Prova de vida em banco é sinal de atrevimento à morte nas famosas saidinhas do mesmo. A certa altura da vida é provar o pouco do que ainda se é capaz de fazer: andar, só apoiada; trepar escadas e outros nem pensar; voar só em pensamento pois, os labirintos entram em curto-circuito;  flutuar na piscina ou no mar é afogamento na certa... excesso de peso e juntas travadas. Agilidade já era, meu caro! Ainda há quem se arvore em botox e lipos da vida para rejuvenescimento! Eta caveira ambulante. Perde-se a identidade de uva passa... Isso tudo sem falar na manivela mental que necessário se faz para tentar manter um diálogo... é um tal de: ahn... ahn... ahn... para ganhar-se tempo agitando o tico e o teco na lembrança de nomes e de fatos!

Amores? Em fuga definitiva. Ainda se houver herança a ser dilapidada pode ser que... caso contrário impera a solidão.

Uns entulham-se perturbando filhos (as), noras, genros, netos (as)... Outros declaram independência ainda que  aos trancos e barrancos vivem a fase da envelhescência conscientes de que o melhor já era, mas que ainda podem (e devem) fazer contornos suaves da vida.

Então, finge-se. Tá tudo bem... Sorrisos amarelos e paga-se para viver: da internet, aos livros, à boa música; aos filmes e teatros tecem-se maravilhosas telas de uma preciosidade ímpar. Atropela-se a poesia da vida, e poemas diversos surgem na imortalidade de quem um dia deixará sua riqueza maior – o brincar com as palavras – meigas e fiéis companheiras de todas as horas. Que nada cobram, e tudo oferecem: lembranças, saudades, afetos, paisagens de anos vividos.

Esse (a) é o (a) escritor (a). Personagem estranho que desempenha mil papéis e nem sempre encanta, se encanta, convence ou é convencido. Mas de uma coisa tenha certeza, seu maior vício é extravasar memória apontando romantismo ou realidade, deixará de alguma forma sua marca registrada.



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19/09/2012

Intrigante







INTRIGANTE
( Celia Rangel)

Interessante que descartei Pavlov da minha vida.
Certas situações e estímulos que me forjavam
A ser o que eu não era ou não queria.
Sai do excesso da teoria, e cai na exceção da regra.
Treinamentos, pensamentos aprisionados, condicionados...
Depois de algumas décadas de vida,
Pude ser eu tão somente.
Não espero ouvir o que o outro quer para eu querer também...
Desde um cardápio, um filme, um passeio ou similar.
Hoje exteriorizo minhas vontades satisfazendo-as.
“Eu quero” ou “eu não quero” são lemas que respeito.
Mais do que nunca, a minha individualidade é prioridade.
Aumentou minha responsabilidade, claro.
No entanto, vibro no meu agora,
Com o conteúdo que me apraz.
Interpreto com serenidade meu papel na vida,
Harmonizando-me, e aos outros, legando pistas.
Pauto-me com os bons, e sigo no meu limite e autenticidade.




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17/05/2012

Nova moldura




NOVA MOLDURA
( CELIA RANGEL)


Vento varre folhas que caem
Cinzento o céu marca novos tempos
Cada ego revolve suas emoções
Diversas, difusas
Oriundas da mente
Seguem as fases da vida
Provisórias ou marcantes
Como vampiros emocionais
Do ódio ao amor
Da paz à inquietude
Da alegria à tristeza
Em instantes se modificam
De iluminados horizontes
Aos abismos psíquicos
Não resistir seria perfeito
Transitar pela metamorfose
Levitando pelos prazeres do mundo
E, assim, sem nenhuma exigência
De felicidade, realização, segurança
Participar da "dança da criação do mundo"
Que se transfigura em novos tempos
Ser somente... Ser.


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Célia Rangel, autora.

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02/05/2012

Minhas mãos






( Celia Rangel)



Reconectar com minhas mãos
Ágeis ou preguiçosas
Que abençoaram
Que acolheram
Que afagaram
Que plantaram
Que aplaudiram
Que lágrimas enxugaram
Que apontaram caminhos
Que ensinaram
Que escreveram
Que tanto buscaram
Que ofertaram e negaram
Que se uniram na aliança do amor
Que agora postas oram
E agradecem:
Pelo que fizeram
Pelo que deixaram de fazer
Pelo que humilharam
Pelo que elevaram
E esperam na confiança do Pai
O perdão, a paz e novas chances
De fluir e transcender em paz!
Mãos, que assim, se eternizam.

Célia Rangel, autora.
Membro da Cia dos Blogueiros
e do Clube de Autores.



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Celia Rangel
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22/04/2012

Marionetes






( Celia Rangel)



A cada amanhecer
Desvenda-se e flui
Nova esperança.

Vida que se ilumina
E tece experiências
Mágicas, vividas, queridas.

Avalia na existência
Valores da espera
Paciente e contida.

Busca no elenco
Do teatro familiar
Atores que se eternizam.

Anoitece e tece cenário
De pessoas melhores,
Com sorrisos sinceros.

Descortina-se na maturidade
Ao encantamento de
Poder amar e se doar.


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Célia Rangel
*Cia dos Blogueiros




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