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05/08/2018

Recanto entrevista João Paulo Hergesel, vencedor do premio Barco a Vapor 2018


Nosso entrevistado de hoje é João Paulo Hergesel, escritor de 25 anos, doutorando em Comunicação (UAM), mestre em Comunicação e Cultura (Uniso) e licenciado em Letras (Uniso). Dedica-se à produção literária, com foco na literatura infantojuvenil, e à pesquisa na área da Narrativas Midiáticas com foco no estudo do estilo. Autor de livros com temáticas diversas e com participações em várias antologias, coleciona dezenas de prêmios literários, nacionais e internacionais. Hergesel também é membro correspondente da Academia de Letras de Teófilo Otoni, da Academia Cearense da Língua Portuguesa, da Academia Cearense de Letras, da Academia Lavrense de Letras, da Academia Olindense de Letras e da Academia de Letras de Campos do Jordão.




 R- Primeiramente, quero parabenizá-lo mais uma vez pelo prêmio literário que recebeu. Muito merecido!

JP- Eu agradeço o carinho e o convite para esta nossa entrevista.


R-João Paulo, onde você nasceu e onde mora hoje?

JP- Nasci em Sorocaba, no interior de São Paulo, mas sempre morei em Alumínio, cidade vizinha. Resido nela até hoje.



R- Como foi sua infância? Têm irmãos, irmãs?

JP- Tenho dois irmãos e uma irmã, todos mais velhos, casados, com filhos. Sou o caçula da família.


R-Quando escrevia no Recanto das Letras, você imaginava que um dia receberia esse prêmio tão importante?

JP- Os sonhos sempre existiram, mas a ideia de concretização era mínima. Quando comecei a escrever no Recanto das Letras, eu tinha 15 anos, estava descobrindo meu estilo literário, não tinha muito conhecimento sobre literatura e narrativas. O tempo contribuiu para meu amadurecimento.




O Prêmio Barco a Vapor (Premio El Barco de Vapor) é promovido pela Fundação SM nos nove países em que o grupo atua: Brasil, Chile, México, Argentina, Porto Rico, República Dominicana, Colômbia, Peru e Espanha. A iniciativa, que surgiu na Espanha em 1978, visa revelar novos autores, estimular a criação literária nacional e propiciar aos jovens leitores o acesso a textos inéditos e de qualidade. No Brasil, o Prêmio existe desde 2005 e pelo 13º ano consecutivo é possível inscrever-se para uma das mais importantes distinções nacionais concedidas à literatura infantil e juvenil.


R-Conte para os leitores do Recanto como recebeu a notícia de que foi o vencedor do Barco?  E sua família?

JP- Eu havia acabado de acordar, nem tinha tomado café da manhã, e comecei a receber notificações do Facebook, de amigos me marcando em postagens na página da Fundação SM e do Estadão. Quando vi o que era, nem acreditei. Durante uns dois dias, fiquei me sentindo aéreo, atônito, sem que a ficha realmente caísse. A família, acredito, ficou igualmente em choque, mas ao mesmo tempo orgulhosa pela conquista.



R- Fale um pouco do seu livro “Que presepada!” ( Vencedor do premio Barco a vapor).  Do que se trata e como se inspirou para escrevê-lo?

JP- O livro é sobre uma vaca que trabalha no presépio vivo da fazenda todo fim de ano, mas ela tem o desejo de ser maior, de se tornar rena de Papai Noel. A história se foca nos obstáculos e na persistência dela para conseguir chegar ao Polo Norte e conversar com o Bom Velhinho. A inspiração, creio, surgiu quando vi a vaca no presépio de casa (era época de Natal) e fiquei me perguntando se ela não tinha vontade de se destacar nessa época do ano. Resolvi, então, unir a luta pelos sonhos, a superação dos preconceitos e a autoaceitação numa obra infantojuvenil.




R-Quando vai ser publicado o livro e onde poderemos comprar?

JP-O livro será lançado em 18 de outubro deste ano, quando ocorrerá a cerimônia de premiação. Acredito que, após essa data, ele estará disponível nas livrarias, tanto físicas e virtuais.




R-Você sempre teve o sonho de ser escritor, mas sei também que não ficou parado esperando cair do céu e começou com que idade? Conte como se preparou para sua carreira.

JP-Desde criança, sempre gostei de ouvir e inventar histórias. Quando dominei a leitura e a escrita, foi uma verdadeira diversão: eu podia registrar aquilo que minha mente criava. Foi aos 8 anos, durante um festival estudantil realizado pela prefeitura da cidade, que obtive meu primeiro prêmio literário. Mesmo assim, até os 14 anos, eu mantinha tudo que escrevia arquivado apenas para mim, pois acreditava que não interessaria a mais ninguém. No entanto, depois de descobrir algumas comunidades no Orkut em que jovens escreviam e compartilhavam suas histórias, que eu decidi me entregar ao mundo da literatura.



R-Você tem quantos livros publicados? Deixe um link onde as pessoas possam adquiri-los.

JP-Tenho, até este início de agosto, 14 livros publicados, mas alguns já estão no prelo: até o final do mês, acredito que será lançado um romance adolescente (parceria das editoras Telucazu e Patuá) e em setembro já está confirmado o lançamento de três livros acadêmicos (pela editora Provocare). Tenho um paradidático em edição (pela editora Fragmentos) e esse infantojuvenil premiado no Barco. Se tudo der certo, encerrarei 2018 com vinte livros no mercado, fora as antologias. Os já lançados podem ser adquiridos no site: http://www.jogodepalavras.com/.




R-Vc recebeu diversos prêmios literários. Como foi essa conquista? Como se sentiu?

JP- Cada prêmio literário tem sua importância e uma reação diferente. Houve uma época em que eu vivia praticamente para a escrita (além da escola) e acabava participando de tudo que aparecia pela frente. Depois, quando a vida começou a ficar corrida e eu experimentei o que é ser um adulto, passei a selecionar os concursos literários, o que diminuiu minhas participações consideravelmente. Mesmo assim, mais do que quantidade, venho priorizando a qualidade das premiações. A maior conquista com o retorno é a visibilidade que isso nos dá.





R- Você tem uma Editora também. Como surgiu essa ideia?  É algo que curte fazer? Deixe o link do site.

JP- A editora surgiu de um suspiro. Eu estava na faculdade de Letras e queria trabalhar como revisor, mas não havia editoras na região para que eu pudesse ser contratado; o jeito era trabalhar como freelance. Para isso, no entanto, era preciso ter uma empresa que emitisse as notas fiscais pela prestação de serviços. Assim, surgiu a Jogo de Palavras... Que depois de alguns anos passou a publicar obras de minha autoria e de outros escritores.




R- Deixe uma mensagem para os jovens escritores como você.

JP- Se você tiver um sonho e o mundo lhe der as costas, pule nele e brinque de cavalinho. Nada – realmente nada – é impossível em se tratando de conquistas e superações.



R- Obrigada por me conceder essa entrevista. Desejo um super sucesso para você, porque merece muito tanto pelo seu talento como pela seu jeito simples de ser!

JP- Eu que agradeço o carinho e a oportunidade.




Quem quiser adquirir os livros do João Paulo é só entrar no site da editora:
 Jogo de palavras.

Abaixo alguns de seus livros:











* imagens do acervo do autor.
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19/07/2018

Cuidado: menina pensando!




Olá meus amigos e minhas amigas!

Estou numa empreitada colocando o Recanto dos autores em ordem depois de perder todas as imagens sem querer, numa simples limpeza de celular. Coisas da vida!

Enquanto faço isso vou revivendo os momentos  de cada escritor ou músico que por aqui passou. A menina voadora começa a voar!  

Alguns apenas uma vez, outros diversas vezes,idades variadas entre cinco e oitenta anos, livros sem fim de todos os gêneros, poesias tristes, alegres, diferentes, modernas, clássicas, com métrica, sem métrica, sem eira nem beira, maravilhosas, únicas! 

Textos de babar, crônicas preciosas cheias de opinião, registros históricos de uma época! 

Nas entrevistas grandes descobertas de gente talentosa, amizades virtuais se revelam especiais, vidas diferentes, umas difíceis, outras nem tanto, mas todas com uma beleza que nos toca ao final da leitura.

Alguns já se foram e sinto saudade, mas que bom que permitiram uma postagem sua por aqui! Deixaram um pouco de si para nós!

Penso que o tempo é muito curto para tantas vidas aqui contidas, para tudo que eles têm para contar, para tudo o que quero aprender com cada um.

São temperamentos diversos, pessoas de lugares os mais diferentes, mas cada uma fez desse Recanto um cantinho especial, de troca, de conhecimento.

Fazer um blog não é só escolher um layout e escrever algumas poesias ou opiniões. O que faz um blog é a alma das pessoas que por ele passam, o que deixam de si, daquele momento que estão vivendo.

A alma do Recanto é democrática, sem discriminação, une as pessoas,é forte, cheia de personalidade, de vida, de gente corajosa, sonhadora, guerreira, gente do bem!

Por este motivo estou recuperando as imagens perdidas. Talvez um dia alguém pesquise o nome de um de vocês no Google e vai ter aqui registrado sua passagem nesse tempo, nesse planeta. 

Sou ambiciosa. Do meu jeito, sem ostentação quero deixar uma marquinha na Terra, uma contribuição. E quero tudo bonitinho. É minha vaidade fazer o que?

Ainda não está tudo arrumado, então me desculpem se alguma página estiver sem imagens. Devagar vai ficar bonita de novo, se Deus quiser!

Deixo registrado meu agradecimento a todos os que passaram por aqui e deixaram um pedacinho seu. Esse espaço não era nada antes de vocês chegarem e tornar tudo um jardim muito florido!

Beijos da Anne!



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21/01/2017

Uma poesia de Déa Belmonte


dea belmonte



Já amei.
Já fui amada.

Já lutei sem armas
e de esquadra armada...!

Já voei
sem ter asas...
               sem forças,
...machucada!
                   Já saltei   
               de olhos abertos
ou sem enxergar nada...!
         Já parei na beira do abismo  
...na beira da estrada...
Nem medo tenho da dor!
            De verdade,
nem medo do Amor...
              medo sim, 
de não amar
e mais nada!


* Conheça mais sobre a autora, que é também minha prima. Clique em seu nome:


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09/01/2017

Nos varais de nossas vidas




A amiga Angélica Gouvea me presenteou com um acróstico inspirado em uma de minhas poesias: Nos varais de nossas vidas.

Veja abaixo a minha versão e, em seguida a da Angélica que é a rainha dos acrósticos!

Nos varais de nossas vidas
Muitas roupas estendemos
Bem branquinhas,coloridas
É esse o jeito que temos!
Os varais mostram o tempo
Que passa de mãe pra filha
Tempo que voa ao vento
Num turbilhão que fervilha.
Roupas muito perfumadas
Lavadas a água e sabão
Sempre roupas bem cuidadas
Como o nosso coração.
Estendidas e ordenadas
Pequenas recordações
De uma infância já passada
Momentos de emoções.
Penso que os varais da vida
São marcas de um passado
Alegres, tristes, vividas
Um livro a ser folheado!


Os varais de nossas vidas
Angelica Gouvea

O s varais de nossas vidas
S ão histórias que vivemos
V amos montando um varal
A cada etapa vamos estendendo
R oupas brancas no momento de paz
A s vezes deixamos de molho
I sto em tudo que a gente faz
S ão os momentos que precisamos recolher.
D ar um novo sentido
E fazer com que o bilho apareça.
N o tempo de coloca-las para secar
O s prantos de uma lágrima a derramar,
S ão roupas das incompreensões
S ao roupas das desilusões
A ssim elas possam serem perfumadas
S arando as feridas dos corações.
V arais de nossas vidas, nos
I mporta mais como ela é vivida
D eixando sempre um perfume no ar
A ssim ao recordar, valeu a pena no

molho deixar.
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04/01/2017

Bem poesia



Atenção você que mora em São Paulo ou está por aqui passeando:

dia 08 de janeiro vai ter o lançamento do livro de nossa amiga blogueira Paula Belmino do Poesia do bem!

Será ás 15:30 hs na livraria Martins Fontes, Avenida Paulista, 509.

O livro se chama: " Bem poesia" e já está á venda pela Editora Delicatta. Clique no link abaixo e saiba mais:


Paula, desejo muito sucesso prá você!




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14/12/2016

Recanto entrevista Anderson Fabiano, autor de " O amor vem das estrelas".


Foi difícil elaborar essas perguntas, sem que ficasse parecido com uma prova escolar (risos), mas não foi a intenção. Eu adorei esse livro, mas fiquei com diversas dúvidas e procurei esclarece-las com o autor Anderson Fabiano, a quem agradeço pela paciência em responder. Espero que gostem e leiam o livro que é sensacional!





              1-“O amor vem das estrelas”?

R – Sim! Os registros científicos dão conta que o homem existe há 200.000 anos e foi apenas instintivo durante todos os primeiros 150.000 anos de existência, só passando a ter sentimentos com a evolução para o homo sapiens sapiens, que somos nós, nos últimos 50.000 anos.
Assim, se somos feitos dos mesmos elementos químicos que deram origem ao planeta: oxigênio, hidrogênio, carbono, etc., que são originários da explosão de uma estrela, somos também poeira de estrelas.
A evolução humana se deu por tentativas e erros e, por incrível que possa parecer, também pela manipulação dos chamados Deuses Criadores. Seres benevolentes que nos transmitiram ensinamentos buscando nos aperfeiçoar como seres inteligentes. E esses ensinamentos fazem referência constante a importância do Amor como instrumento fundamental para a evolução espiritual da raça humana.

              2-Acha possível aprender a amar num mundo como o de hoje, onde o desamor é característica natural do homem? Ou melhor, o homem ainda tem jeito?

R - Sim! Esta resposta poderia gerar um tratado, mas vou tentar resumir. Por mais absurdo que pareça, somos hoje bem melhores do que já fomos e um simples olhar lançado sobre a história da humanidade ratifica o que estou dizendo.
Houve um período na História em que precisamos ser mais “selvagens”, mais “guerreiros”, mais “beligerantes” para nos defender das agressões externas. Infelizmente, acabamos “aprendendo” com o gostinho do poder, das conquistas, da dominação, no que fomos estimulados por seres mal-intencionados que apostaram suas fichas na autodestruição da raça humana, o que lhes facilitaria a conquista de nosso planeta.
Há uma guerra lá em cima! De um lado, os seres benevolentes nos ensinando a amar a nós mesmos, ao planeta e ao Cosmos e do outro, seres fugidos de seus planetas de origem, precisando de um “novo lugar” para viver. E nós estamos exatamente no meio desse fogo cruzado.
Acontece, que tudo na vida é energia! Inclusive o pensamento. É através dele que nos comunicamos com as outras dimensões, como numa prece, por exemplo.
Por isso, o mundo hoje está dividido entre os que se comunicam com o Bem e outros que se comunicam com o Mal. E, por tudo que sabemos, os humanos do primeiro grupo estão aumentando e deixando sem espaço os “amiguinhos” das cabalas escuras.
O homem tem jeito sim, mas precisa, urgentemente, redescobrir o Amor que trancou dentro de si.

              3-Em seu livro você relata a respeito do domínio secreto que as grandes potências têm com a humanidade, e o que me impressionou foi a questão da fome e da interferência humana na produção de doenças. Existe uma tentativa de controlar as mentes das pessoas? Fale um pouco sobre isso.

R – Me permita uma correção: não são as grandes potências que estão controlando a humanidade, mas um pequeno grupo de oito famílias e seus aliados, que controlam a tudo e todos, inclusive as grandes potências.
Através dos mais sórdidos meios, controlam tudo que é tido como necessário para a existência humana: dinheiro, energia, transportes, mídia, saúde, meio ambiente, segurança, guerras, governos, etc.
Como descrito no livro, todos esses instrumentos de controle são administrados pelas mesmas famílias que, reunidas em sociedades secretas, praticam toda sorte de maldades, amparadas no esoterismo criminoso e na associação com seres beligerantes do espaço. E a isso, se convencionou chamar cabalas escuras.

              4-Vivemos uma guerra espiritual entre o bem e o mal em nosso planeta? Vibrar pelo bem ajuda?

R – Infelizmente sim. Como já dito acima, há uma guerra no Cosmos entre o Bem e o Mal e nossa participação (vibração) é fundamental para definir quem sairá ganhando.
Tentando explicar melhor: somos filhos das estrelas. Somos seres de luz. Carregamos uma enorme energia positiva dentro de nós e devemos usa-la.
Você já reparou como as crianças são mais positivas, benevolentes, amorosas e destemidas que os adultos? Entendo que isso se dá por estarem mais próximas de suas origens cósmicas, por estarem melhor conectadas com seus parceiros celestiais.
Jesus, um dos mais brilhantes extraterrestres encarnados nesse planeta, já dizia que não havia milagres, mas apenas a crença que poderíamos fazer as coisas. E é exatamente aí que entra a importância de expandirmos nossas consciências para entender que somos tão sagrados quanto os seres aos quais enviamos nossas preces, pedidos e a força para seguirmos em frente nesse planeta de provas e expiações.
Quando uma pessoa ora, um canal de luz se forma conectando-nos com os amigos espirituais que nos orientam, guiam, intuem e protegem. Se todos, ou pelo menos muitos, fizerem a mesma coisa, a vibração resultante rompe com a densidade negativa que envolve o planeta e o Bem triunfa. Simples assim. Mas, precisamos aprender a amar, nos perdoar e perdoar aos nossos semelhantes.
 
              5-A questão dos extraterrestres é bem chocante e não entendi uma coisa. Você disse que o governo americano tem um acordo com os Ets: em troca de tecnologia eles têm autorização para pesquisar nosso planeta, inclusive com seres humanos. Para que os Ets fariam um acordo assim se podem a qualquer momento nos abduzir e fazer as experiências que quiserem? Afinal, eles são muito mais poderosos!

R – Os norte-americanos não foram os primeiros. Há registros confiáveis de que essas interações acontecem há milhares de anos e o que chamamos no passado de deuses foram, na verdade, seres extraterrestres que nos impressionaram utilizando-se de tecnologias até então, desconhecidas para a raça humana.
Na história contemporânea, os primeiros contatos com alienígenas se deram com os alemães, nas décadas 20 e 30. Foram eles que através de práticas esotéricas de sociedades secretas como a Vril, Sol Negro, Illuminati e outras, facilitaram o acesso dos greys, que fugiam dos atlanteanos, ao nosso planeta.
Com o final da 2ª Guerra Mundial, os EUA levaram para a América, através do Projeto Paperclip, 104 cientistas alemães, muitos dos quais envolvidos com as tais seitas.
Logo em seguida, ocorre o incidente de Roswell, em 1947 e, a partir daí, começam as interações com os governos norte-americanos que viram nesse evento a oportunidade de ascenderem a um controle do planeta. 

              6-Fico assustada com a questão da manipulação de DNA. Pelo que entendi isso é feito por extraterrestres, com a finalidade de aumentar a violência entre nós e ocorrer uma autodestruição? A maioria dos ETs são maus ou os maus somos nós? É verdade que existem Ets que tem medo de nós porque somos muito violentos?

R – O homem vem sendo moldado através dos tempos. O Criador nos destinou o planeta Terra como morada e nos colocou aqui simples e ignorantes. E, aos poucos, fomos aprendendo tudo que sabemos hoje. Mas, nossa conexão com o Cosmos é permanente, energética e perene e é a nossa vibração que estabelece quem “ouvimos” ou não.
Houve um tempo que precisamos ser mais violentos. E aos poucos isso foi mudando. Entretanto, para os seres benevolentes, nossa obsessão por poder nos fez “perigosos” e para a turma do lado negro da força, aliados para uma autodestruição.
A Terra, como planeta, está evoluindo para o que os extraterrestres chamam de 4ª e 5ª dimensões, quando seremos mais telepáticos, amorosos e aprenderemos que o verdadeiro sentido da vida não inclui carros potentes ou roupas de grife, mas o Amor praticado da forma mais intensa possível.
O grande medo manifestado pelos nossos amigos de todo o espaço é que não saibamos usar o conhecimento tecnológico que nos foi ensinado, por exemplo, sobre os recursos da energia nuclear e destruamos o nosso planeta, o que geraria consequências catastróficas em todo o Universo, já que tudo a nossa volta é energia no seu estado mais puro. Ou seja, nuclear.

              7-O que é expansão da consciência? O planeta Terra passa por essa mudança planetária. Fale um pouco para as pessoas entenderem.

R – Essa mudança é fundamental para nossa sobrevivência como raça.
Resumidamente, diria que as pessoas precisam, urgentemente, abandonar seus sistemas de crenças. Mergulhar em seus porões e enfrentar seus fantasmas. Não se permitirem mais, ser reféns dos interesses que ditam o que devemos fazer, repetir, acreditar. Precisamos aprender a questionar coisas que fazem parte da nossa história e que estamos repetindo sem nunca haver investigado se foi dessa ou daquela forma que as coisas aconteceram. É nossa história. Temos o direito de saber a verdade.
Expandir a consciência é lançar um olhar investigativo sobre outras possibilidades para os eventos que acreditamos conhecer. É perder o medo de descobrir “outras” verdades. Pois, onde começa o medo, termina o amor.
Alguns dos muitos exemplos de questionamento inteligente: Por que o Éden, que ninguém sabe onde fica, é verdade e Shangrilá, que fica no Himalaia é mitologia? Por que Caim, após ser expulso por seus pais do Paraíso, encontrou outros habitantes, numa cidade distante, onde constitui família, se ele o irmão e seus pais foram “os primeiros habitantes da Terra”?
Esses são apenas alguns dos milhares de exemplos que constituem o sistema de crenças da humanidade.  Quando falamos crença, não estamos falando de religiões, mas de todas as coisas que acreditamos.
Você tem certeza que Kennedy foi assassinado por Lee Oswald, sem nenhum motivo aparente para tal feito?
Por que repetimos que o Brasil foi descoberto por Pedro Álvares Cabral, se foram os fenícios que primeiro estiveram em nosso país?
E por aí vai...

              8-Agora a pergunta que não quer calar: Você teve alguma ajuda de extraterrestres para escrever esse livro? Pelo menos foi inspirado pela espiritualidade?

R – Mas, é claro que sim! Todos nós estamos permanentemente conectados com nossos protetores e o nome que damos a eles é o que menos importa: anjos da guarda, mentores espirituais, guardiões, etc. Somos todos extraterrestres, inclusive nós, uma vez que só nossos corpos são terráqueos. O nosso espírito é universal, perene, pertence ao plano cósmico. Viemos das estrelas e estamos aqui apenas para evoluir espiritualmente e depois voltar pra casa.
Afinal, quando temos o que chamamos de intuição, de onde partem as vozes que ouvimos?

              9-No final do seu livro você cita George Orwell: “Em tempos de mentiras universais dizer a verdade se torna um ato revolucionário”.
Você se considera um revolucionário? O que exigiu de você escrever um livro sobre o amor?

R – Confesso não acreditar que seja um revolucionário. Mas, admito que escrever O Amor vem das Estrelas me exigiu uma postura revolucionária.
Alguma coisa dentro de mim me dizia, repetidamente, que precisava propor essas reflexões e abordar as revelações contidas no livro.
Pela primeira vez, nos meus quase 70 anos de existência nesse plano, não me senti um escritor, mas alguém a quem foi confiada uma missão.
Estou muito feliz por isso. Meu sentimento maior é o de gratidão.

10-Deixe um recado aos nossos leitores.

R – Convido a todos para arriscarem-se na leitura de O Amor vem das Estrelas. Depois, concordem, discordem, critiquem, aplaudam ou vaiem, mas se deem essa chance.
Descubram o incrível poder cósmico dessa psicoenergia que nos foi confiada. E creiam: a sobrevivência da raça humana e do planeta está em nossas mãos.
Namastê. 

E aí? Gostaram da entrevista?
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Ou mande um email e peça seu livro autografado:
fabiano137@gmail.com




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