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28/08/2014

Recolhido em versos

Recolhido em Versos

(Jonas R. Sanches)







Eu me recolho ao verso
imerso em mar de poesia
e, deixo passarem os dias
e, deixo a noite poetar.



Eu me recolho às luzes
acolhido entre as estrelas
e, deixo passarem cometas
e, deixo a galáxia girar.



Eu me recolho ao verso
imerso em mar de alegria
e, deixo passarem as feridas
e, deixo brotarem margaridas.



Eu me recolho às luzes
hipnotizado em seu olhar
e, deixo passar o tempo
e, deixo minh’alma te amar.



Eu me recolho ao verso
imerso em mar poético
e, deixo passarem os séculos
e, deixo as letras se eternizarem.




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05/08/2014

Sequelas de outono


Sequelas de outono

(Jonas R. Sanches)





Jonas Rogerio Sanches é escritor e poeta, nasceu em 31 de outubro de 1982 na cidade de Catanduva, São Paulo, Brasil.

É autor de seis livros de poesias:


Trilhas de Luz (2011);

Nas Asas da Poesia (2012);

Alquimia Poética (2012);

Relíquias da Alma (2012);

A Poesia e Eu (2014)

SEQUELAS DE OUTONO (2014)



Jonas R. Sanches é membro de algumas academias, são elas:


Embaixador da Divine Académie Française des Arts Lettres et Culture;


Comendador Acadêmico Municipal de Catanduva pela Academia dos Cavaleiros de Cristóvão Colombo;


ACLAV - Academia de Ciências, Letras e Artes de Vitória – ES;


ALG - Academia de Letras do Goiás Velho;


Acadêmico Fundador da Academia Virtual Brasileira AlmaArte e Poesia;


Também é membro do Conselho do Grupo de Poesia Guilherme de Almeida em Catanduva, membro da Associação Internacional Poetas del Mundo, e aluno do curso de Letras no IMES – FAFICA em Catanduva.


Participou da Antologia de Poesia Celeiro de Escritores por ser um dos vencedores do Concurso Literário “Herculano Vieira” em 2012.


Recebeu o Prêmio Literarte de Cultura 2013.


Foi 3º colocado no Prêmio Top Blog 2012 na categoria Literatura com o blog Trilhas de Luz.


Foi 2º colocado no Prêmio Top Blog 2013 na categoria Literatura com o blog Trilhas de Luz.



Foi vencedor do 1º Concurso Poetas da Região em Catanduva - SP.






Abaixo a sinopse de seu livro " Sequelas de outono" por 


Maria Flávia Fabbri de Araújo Espada






O que me proponho, a seguir, é um passeio pelas observações da mente, impressões dos sentidos e sensações da emoção que acumulei no mergulho que fiz nestas páginas a que deverei voltar para muitas abluções e imersões, como quem volta ao outono, vendo as folhas caindo e sentindo o tempo onde correu o vento.


A primeira sensação é a de passar o tempo, o tempo passando e o homem contando o tempo. Trata-se de uma busca, a busca de valores, a busca pelo outono que não volta mais, pois o próximo será um novo tempo, um novo outono, com novas folhas caindo.


A segunda sensação vem do fato de perceber que esta produção vem profundamente vinculada aos valores e sentimentos do ser humano, como processo de construção do “eu”.


A terceira é a sensação da abertura do horizonte, pela diversidade de contribuições na marca de uma evolução do unidimensional para o pluridimensional, numa superação do dogmatismo que herdamos da cultura religiosa e política ocidental.




 Para adquirir o livro clique no link abaixo:






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23/07/2014

Juras de um amor distante

Juras de um Amor Distante

(Jonas R. Sanches)



Dentro de cada verso uma estrela
vigiando seus passos apressados
na calada de uma noite insana
enquanto o amor beija à luz da lua



e, se ouvem passos pela rua
que passa bem em frente ao jardim
de sonhos e de madrugadas
inertes e bem longes do tempo.



Dentro de cada verso o beijo apaixonado
devastando corações e sentimentos
tão novos que assustam os pássaros
que repousam na torre da igreja



e, se ouvem gemidos quentes nos ouvidos
e, são juras de amor que serão eternidade
e, enquanto o sol não brilha no horizonte
ficaremos abraçados embaixo d’algum edredom.



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17/08/2013

No frio do amanhecer aquela velha fotografia

No Frio do Amanhecer Aquela Velha Fotografia

(Jonas R.Sanches)






Do novo dia no bafo gelado do mundo
e meus pensamentos vagam a ti
distante com seu abraço quente e acolhedor;
no coração apenas alguma dor.

Do novo dia o velho frio da alma
que solitária busca o afago do sol
mas, meu sol está distante e você também;
no vago olhar miragens do seu sorriso.

Do novo dia retalhos de recordações
e em meio aos retalhos dos meus dias
o seu doce olor guardado no meu cachecol;
no canto do pássaro apenas o som da nostalgia.

Do novo dia o bafo gelado da alcova
tão vazia sem o seu sussurro
versando e iluminando todos os sonhos;
na última estrela a lembrança da noite que se foi.

Do novo dia o beijo gelado da morte
tão sucinta e fatal que arrebata
todos os nossos planos escritos no arrebol;
na palavra de despedida o que ficou foi uma lágrima.

Do novo dia os velhos tempos e a poesia
tão fria quanto a saudade que permanece
e já pelas noites o corpo não arrefece
mas, inda te sinto viva na velha fotografia.






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21/11/2012

Relíquias da alma


RELÍQUIAS DA ALMA

(Jonas R.Sanches)





Publiquei meu 4º livro, "Relíquias da Alma" pelo Clube de Autores, adquira seu exemplar clicando aqui.

clubedeautores

"Prefácio"


Fiquei muito agradavelmente surpreso ao receber o gentil convite do Poeta Jonas Rogério Sanches para prefaciar este seu livro, Relíquias da Alma. Perscrutar a alma de um livro, a alma de um poema ou a alma de um poeta é tarefa laboriosa, complexa e delicada; contextualizar as relíquias dessa alma de forma sumarizada, é um ofício ainda mais minucioso, quiçá impossível.

Sob o prisma biológico, as pessoas são realmente fascinantes: células interagindo em perfeita harmonia a favor de uma existência cognitiva em constante evolução, onde sinapses e reações metabólicas promovem o pensar, influenciam o agir imaginativo e determinam o fazer racional. Quando essas pessoas nascem com dons e talentos artísticos aflorados, nelas se revela um outro prisma de admiração: o prisma artístico-criativo. Por esse segundo prisma, as pessoas se mostram ainda mais fascinantes. O poeta é assim; Jonas Rogério Sanches é assim. Quando os sentimentos e as emoções deflagram em Jonas o processo de transpiração artística, o que vemos como resultado é tão rico e belo que muitas vezes chegamos a pensar que o artista nem pertence a esse nosso mundo material, que às vezes ele estranha o seu próprio invólucro físico: é o enlevo causado pela poesia.

A poesia de Jonas que acontece aqui neste livro é bela, reluzente, fascinante. Em seus poemas, o fator da musicalidade está sempre presente pela menção de arranjos e acordes que nos proporcionam uma harmonia agradável, suave e equilibrada quando os lemos.
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08/08/2012

Alquimia poética





ALQUIMIA POÉTICA

( Jonas R. Sanches)

Prefácio de Augusto Branco



Com qual curiosidade te pões a ler o livro da tua vida?

Com qual medo lanças o olhar ao teu interior?

Acaso, o que desejais?

Eu te observo,

sei de ti,

e vou matar-te

para fazer-te renascer!

Nada escapa ao tempo e à alquimia do Universo.

Mas,

antes,

conheça-te.

Transmute-se.

Voe nas asas da poesia

com Jonas Rogério Sanches

e reflita,

emocione-se,

encontre a suprema inspiração da vida,

e ilumine-se!



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26/07/2012

Coração de mago






( Jonas Sanches)




Minha voz que grita um silêncio incompreendido
Nesse caminho escolhido, estreito em espinhos
Senda calada, retida em mistérios incomunicáveis
Coração de um mago, triste e feliz, em desapegos

Meus sentidos que gritam entendimento
Nesse caminho determinado no berço
Jornada complexa dentre segredos vividos
Coração de um mago, convulsionado, vivo

Meus sussurros ouvidos pelos ecos
Nesse caminhar lento e contemplativo
Escaladas em Olimpos imaginários
Coração de um mago, repleto de luz

E a poesia mágica, as palavras dos feitiços
E as vontades alquebradas, voos em precipícios
E os perdões de eu mesmo, infringidos por mim
Coração de um mago, meu doce coração

Entre os cedros sagrados adormecerei
E as vias se manifestarão, selando a metamorfose
Eu calarei e sonharei os sonhos entre os véus
E nos abismos escuros deixarei de planar

Meus sonhos, vividos em realidades paralelas
Entre todas as encruzilhadas que surgiram
Carregando no peito um coração hermético
Coração de um mago, abocanhando almas nos espelhos

Meu coração resumindo os encantamentos do próprio existir


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23/03/2012

Reticências








RETICÊNCIAS
( Jonas Rogerio Sanches)

Um céu pálido como a neve
Nessa tarde estranha e vazia
Onde vejo as andorinhas
Dançando em suas acrobacias

Um cálido vento lava meu rosto
Distante a vagar em pensamentos
Recostado na janela ao meu gosto
Onde o artista aventurou outro esboço

E nos canteiros tão caladas essas flores
Como se o tempo estivesse parado
E da ampulheta que contava uma história
Restaram apenas cacos despedaçados

E as areias do relógio se espalharam
Levando as trágicas horas escondidas
Para as casas que os ponteiros isolaram
Nas reticências brandas dessa vida



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Imagem: Google

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26/11/2011

Meus atos





MEUS ATOS
( JONAS R.SANCHES)


Cultivo plantas... E o seu amor
Superando assim a minha dor
Olho as estrelas... E os seus olhos
Acumulando com Deus muitos espólios

Amo meus versos... E estar contigo
Sou seu namorado e melhor amigo
Adoro a luz... E os seus abraços
Inquebrantáveis nossos laços

Canto com os pássaros... E para você
Pois é o motivo do meu viver
Poeto a ti... Violeta flor
Sou seu eterno protetor


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28/09/2011

Manhã dos pássaros





MANHÃ DOS PÁSSAROS
( Jonas Rogério Sanches)



Sabiá me dá bom dia
A cantar na minha janela
Os passaros vão acordando
No adormecer da última estrela

Pardais alegres em sua festa
Gorgeando sem parar
Sanhaço na pitangueira
Com suas penas cor do mar

Ouço belo e livre canto
Azulão a poetar
Canta alto versos nobres
Para o dia alegrar

João de barro acorda cedo
Pra cuidar da construção
Andorinhas desenhando
A voar no meu sertão

Mais um dia despontou
Celebrando a natureza
Alegria em minha vida
Vida bela com certeza

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