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24/11/2016

Recanto entrevista Guerreira Xue



Hilda Milk é a nossa escritora entrevistada de hoje.

Trabalhou em diversas áreas, mas sempre optando por trabalhar em casa, próxima dos filhos pequenos. Interrompeu seus estudos no Ensino Médio, para retomar mais tarde ganhando, por mérito, uma bolsa de estudos para cursar Economia na Universidade Cruzeiro do Sul, em São Paulo.


Há alguns anos adotou o pseudônimo de Guerreira Xue e tem inúmeras participações nas redes sociais. 

Administra o grupo “Escritores sem Fronteiras”, “Os meus e os teus desabafos”, “Escritores Aprendizes” e “Prosa e Poesia” no Facebook, “Noites de Poesia” no SL, o blog “Escritores sem Fronteiras 

Lançou o livro infanto-juvenil “O ogro e a Tecelã”, pela editora LP-BOOKS na Bienal Internacional do Livro de São Paulo de 2014.

Escreve também para alguns jornais de bairros e seu livro foi recomendado pela revista Audácia, de Lisboa, Portugal, na sua edição de Novembro de 2015, para a leitura de seus jovens.

O blog “Escritores sem Fronteiras” ganhou quatro selos digitais, conferido por outros escritores, pelo seu teor literário de relevante valor. E é um orgulho este reconhecimento, porque todos são escritores independentes. 

Este é um projeto que visa coletividade e a expansão da nova literatura brasileira, apoiando novos escritores

Atualmente tem seis títulos infanto-juvenis publicados no site americano Story bird.

O pseudônimo Guerreira Xue é uma referência a um avatar criado e voltado para as artes na virtualidade, e circula por várias plataformas 3D. 

A autora faz mostras e palestras culturais em vários espaços e para os mais diversos públicos.

Rosário do Sul


1- Hilda, onde vc nasceu? Mora em que estado hoje?

Nasci no Rio Grande do Sul, em uma cidadezinha de fronteira que se chama Rosário do Sul. Resido atualmente em São Paulo, capital, desde 1987.                                                                                                                            
2-Como foi sua infância?

Não foi das melhores, pois perdi meus país desde os meus 7 anos. Meus irmãos e eu ficamos separados porque cada um foi morar com alguém. Acho que eu propriamente tive sorte, porque morei com a minha avó dos meus 9 anos de idade até os 15 , acho que esse tempo de convívio foi fundamental para a minha formação de caráter.  Minha avó me ensinou auto-estima e respeito, principalmente por mim mesmo.

3-    Sempre gostou de escrever?

Sempre.

4-   Como começou?

Não lembro exatamente quando comecei a escrever, mas lembro de que ao perceber que lia, eu me senti como se tivesse vendo outro mundo em simultâneo com aquele, do qual eu estava acostumada até então. Havia um baú de livros e revistas em casa de minha avó, e como não tínhamos permissão para sair para brincar fora durante a semana, eu simplesmente lia, e eu gostava, e eram os quadrinhos do Mauricio de Souza, do Wald Disney, as fotonovelas grande hotel, sétimo céu. Meu tio lia uns livrinhos de bolso, eram aquelas historinhas bobas de faro West com nomes sugestivos deTex, Rex ... E tinha os livros de Erico Veríssimo, Alexandre Dumas, o pai e o filho, Guimarães Rosa, Agatha Christie, Emily Brontë... Eu tenho tantas influencias que nem sei dizer. Eu gosto muito do escocês A.J.Cronin, li quase todos os livros dele, e do Saramago, do Fernando pessoa, do Drumond, do Quintana, outro brasileiro que nunca me esqueço de mencionar é o Malba Tahan, eu o achava maravilhoso.
Eu desenvolvia um senso crítico ao acabar uma leitura, então eu reescrevia as histórias do jeito que eu queria, e terminava-as do jeito que achava bem.


Recanto dos autores


 5- Fale um pouco sobre seu livro “O ogro e a tecelã”. Do que trata o livro?

O Ogro e a Tecelã é um livro de seis narrativas diferentes nos moldes clássicos com o agravante da introdução de um garoto da atualidade, com 10 anos de idade, que pede a mãe que lhe conte histórias inéditas, e sua mãe que já escreve, mas em geral para adultos, resolve contar-lhe toda a noite uma história diferente. Ambos propõem a argumentação no contexto social das narrativas.
É importante ressaltar o resgate das relações pais e filhos também, porque o menino consegue total atenção da mãe, ao menos na hora de dormir.
O livro é leve sem ser vazio, no sentido que trata o “Guga” o personagem do garoto com respeito.



6-É sua primeira obra publicada?

Sim, lancei a primeira edição do livro na Bienal Internacional do Livro em Agosto de 2014 pela LP-Books editora.
Agora está disponível somente em digital no amazon.com nas versões Inglês , Espanhol, e Portugues e está ilustrado. Para quem tem o app Kindle , pode baixa-lo de graça, presentear ou enviar a um amigo.
Até janeiro espero estar com a versão em Japonês.



o ogro e a tecelã

7- Deixe o link para compra.








8-   Como se inspirou para escrever seu livro?

A minha inspiração? Não me faz pergunta difícil moça, por favor. Risos...  Eu sempre contava essas histórias para meus filhos. Gosto de exercitar a imaginação tanto minha quanto deles. Montar o livro não foi difícil, pois o fiz quando o meu filho tinha mesmo essa idade de 10 anos, e ele adorava me ouvir e comentava mesmo as minhas narrativas, pois ele achava que tudo tinha que ser como era nos clássicos, “... e foram felizes para sempre” “ eu gosto do clichê”.  Como assim? E o dia seguinte? E quem limpa a casa, leva o lixo para a rua? Hoje meu filho Gustavo tem quase17 anos, e eu tenho orgulho de sua capacidade argumentativa. 
 
9-   Qual seu público alvo?

Não tenho predileção por público, uma vez que escrevo de tudo. Mas te confesso que escrever para esses pré- adolescentes me faz sentir importante, porque eles não têm muita literatura específica, ou é infantil ou é jovem adulto.

10- Prefere escrever para crianças, jovens ou adultos?

Escrevo mais para adultos, mas acho que é por eu ser adulta. Mas tenho outro livro de nome O Gnomo Trist voltado para o infanto juvenil pronto. O que não quer dizer muito pois tenho um de poesias, Pelos Caminhos do Vento, que será lançado até Dezembro em Portugal, e outros dois pelo meio, sem nomes ainda, e outro de crônicas já registrado e sem previsão de publicar.  

11-   Desde quando está na internet e como começou?

Estou na internet já vai mais de 10 anos, porém ingressei com meus escritos tem 8 anos. Eu não pensava em publicar nada, tinha muita escrita, mas não me sentia pronta sabe, tinha receio de ser uma fraude, uma copista. Acho que chegou um momento que eu não aguentava mais tanta informação. Há tanta coisa dentro de minha cabeça, que por mais que eu escreva, ela nunca esvazia.
O meu pseudônimo Guerreira Xue é o nome de um avatar criado para as artes em uma plataforma 3D de nome secondlife. O espaço é tão criativo que me utilizei das imagens para ilustrar o livro.

12-   Deixe o link do seu blog, site, etc...

Tenho a minha página pessoal




grupo dos escritores sem fronteiras



O blog dos escritores sem fronteiras




os encontros de poesia no secondlife




meu perfil no Google






Obrigada Hilda! Estou lendo seu livro e adorando!

Desejo muito sucesso e recomendo aos amigos do Recanto que adquiram seu livro!




3 COMENTÁRIOS:

pensandoemfamilia

Obrigada pela partilha, \muito boa entrevista que nós coloca a par de boas obras de escritores
Parabéns a ambas.

✿ chica

Anne vim aqui te agradecer pelo carinho pelo meu niver que adorei! Tu sempre querida!

Vi e li a entrevista com a Hilda e interessante ver que ela nasceu na mesma cidadezinha que eu, Rosário do Sul e até hoje não conheço a cidade.Pode?rs...

beijos às duas e obrigadão! chica

Donetzka Cercck Lavrak Alvarez

Anne. Você esqueceu de mim?

Não me segue mais,não me visita.Pensei que tinha excluído seus blogs,mas li comentário seu no espaço da Taís Luso,cliquei e cheguei aqui.

O que aconteceu?

Linda semana!

Donetzka


Blog Magia de Donetzka

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